Há emails que ainda valem a pena ser lidos. Não ficamos mais cultos nem aprendemos lições de vida, mas às vezes sabe tão bem rir da desgraça alheia...
Não reclames do cu que está pequeno, grande ou flácido.
O pior é quando o cu muda de lugar!
Onde o fútil, o inútil e o insignificante ganham forma... Dentro de uma perspectiva cor de rosa.
Advertência
A Esquizofrenia Cor de Rosa é um espaço onde são despejados pensamentos, o mais inalterados possível da sua forma primordial. Não se pretende aqui construir um "cantinho" de discussão científica, filosófica, religiosa, histórica ou de qualquer outra índole. A realidade dança o tango com a ficção; o senso comum luta com a ciência, numa batalha onde ninguém sairá vencedor. Cabe-lhe a si, leitor, interpretar da maneira que lhe aprouver. Sinta-se livre para comentar, criticar ou lançar sugestões!
segunda-feira, outubro 25, 2010
sábado, setembro 25, 2010
A Forma das Coisas
Ele pegou no frasco e fixou-o por alguns minutos. Analisou o líquido azul-claro e a sua consistência. Viu o seu reflexo no prateado da base. Reflectiu. Por fim, disse: "Isto faz-me lembrar um instrumento que se usava na tropa".
Ela olha para ele, e logo a seguir para o frasco. Responde: "A mim, parece-me uma torneira".
Ela olha para ele, e logo a seguir para o frasco. Responde: "A mim, parece-me uma torneira".
quinta-feira, agosto 26, 2010
Modernices e Paneleirices
Ir ao hipermercado já não é a mesma coisa. Hoje em dia perco-me no corredor dos cereais. Para encontrar os meus Chocapic, ponho os olhos em cima de 50 variedades de cereais. Já nem os típicos cereais de dieta (que têm praticamente tantas calorias como os outros) se cingem aos flocos integrais e àquela espécie de batata frita palha, que mais me parece comida de galinhas. Parece-me incrível que cereais de dieta tenham chocolate de leite... Mas posso ser só eu a dar em doida ou simplesmente a ser vítima da publicidade enganosa.
No corredor dos iogurtes encontro o puro sofrimento. Para encontrar iogurtes líquidos ou iogurtes com pedaços, entro em hipotermia. Há iogurtes de soja para quem não pode consumir leite; há iogurtes sem lactose, para quem não pode consumir leite mas o quer consumir na mesma e não está com paciência para sentir o cheiro a ovos e a couves nas horas subsequentes, seguido de uns bons três quartos de hora a ler jornais na casa de banho; há iogurtes para crianças, para bebés, para mulheres na menopausa, para gente com prisão de ventre, para gente com osteoporose, para gente com hipercolesterolémia e ainda para gente com hipocondríase.
Nem na secção dos aperitivos uma pessoa pode fazer compras tranquilamente. Já não há batatas fritas com sabor a batatas fritas. Temos batatas fritas picantes, de churrasco, camponesas, rústicas, gourmet, de picanha, tosta mista, ketchup, cheeseburger... Meu Deus! E o mais caricato é que, apesar de todos estarmos fartos de saber que os fritos fazem mal e que os fritos industriais são ainda piores por causa dos óleos manhosos queimados, as batatas fritas surgem com uma pirâmide da alimentação equilibrada no verso da embalagem. Querem enganar quem?
A filosofia das batatas também se estendeu para a água. Ainda me lembro da altura em que, quando se pedia uma água num café, o empregado apenas tinha que se preocupar em questionar-nos se queríamos água fresca ou natural, com ou sem gás. Nos dias que correm é só águas com sabores, com mais gás ou menos gás; águas vitaminadas; garrafas de água para viagem, para crianças, para desportistas... Águas de spa com sabor a ervas e águas estrangeiras que custam mais que vinho, mas sabem muito pior que as nossas.
Nem a pobre da cerveja escapou a esta explosão de variedade. Desde a cerveja sem álcool, que tem álcool na mesma, mas em teor quase imperceptível, à cerveja green, ou seja, verde (que me parece ser amarela mas se calhar é só a mim), às rústicas, aos panachés, à cerveja preta, à ruiva e à loira... E acabando na invenção das cervejas com sabor a fruta. É, claramente, a invasão da comunidade homossexual no mercado. Não sou apreciadora de cerveja. Mas se fosse, acho que a quereria de uma só maneira: com MAIS álcool. Ora, se é para beber e ficar alegre, se a cerveja é mais diurética que a água, mais vale beber uma ou duas concentradas e fazer logo a festa. Hei-de fazer chegar esta minha visão aos produtores de cerveja nacionais. E, quem sabe, um dia a ideia pegue no resto do mundo.
Por fim, reflicto sobre a FALTA de variedade no mercado do leite. Sim, é verdade que agora há leite com mais cálcio, leite de soja, leite de fácil digestão, etc.. Mas, a bom ver, o teor de gordura no leite nunca mudou. A partir do leite gordo, fez-se o meio-gordo e o magro. E assim se ficou. Eu considero que o melhor leite se encontra na mistura em iguais partes de leite magro e meio-gordo. Leite meio-magro, vá. Acho um escândalo no mundo dos lacticínios lembrarem-se que até daria jeito ter na dispensa um pacote de natas de cogumelos ou natas de queijo, natas meio-gordas, natas leves e natas levíssimas. Mas no que toca ao leite, que supostamente é um alimento que se consome mais que uma vez por dia, ainda não tiveram a ideia de emagrecer o leite meio-gordo, mas não até ao ponto de parecer que alguém pegou num pacote vazio de natas, o encheu com água e agitou muito bem.
No corredor dos iogurtes encontro o puro sofrimento. Para encontrar iogurtes líquidos ou iogurtes com pedaços, entro em hipotermia. Há iogurtes de soja para quem não pode consumir leite; há iogurtes sem lactose, para quem não pode consumir leite mas o quer consumir na mesma e não está com paciência para sentir o cheiro a ovos e a couves nas horas subsequentes, seguido de uns bons três quartos de hora a ler jornais na casa de banho; há iogurtes para crianças, para bebés, para mulheres na menopausa, para gente com prisão de ventre, para gente com osteoporose, para gente com hipercolesterolémia e ainda para gente com hipocondríase.
Nem na secção dos aperitivos uma pessoa pode fazer compras tranquilamente. Já não há batatas fritas com sabor a batatas fritas. Temos batatas fritas picantes, de churrasco, camponesas, rústicas, gourmet, de picanha, tosta mista, ketchup, cheeseburger... Meu Deus! E o mais caricato é que, apesar de todos estarmos fartos de saber que os fritos fazem mal e que os fritos industriais são ainda piores por causa dos óleos manhosos queimados, as batatas fritas surgem com uma pirâmide da alimentação equilibrada no verso da embalagem. Querem enganar quem?
A filosofia das batatas também se estendeu para a água. Ainda me lembro da altura em que, quando se pedia uma água num café, o empregado apenas tinha que se preocupar em questionar-nos se queríamos água fresca ou natural, com ou sem gás. Nos dias que correm é só águas com sabores, com mais gás ou menos gás; águas vitaminadas; garrafas de água para viagem, para crianças, para desportistas... Águas de spa com sabor a ervas e águas estrangeiras que custam mais que vinho, mas sabem muito pior que as nossas.
Nem a pobre da cerveja escapou a esta explosão de variedade. Desde a cerveja sem álcool, que tem álcool na mesma, mas em teor quase imperceptível, à cerveja green, ou seja, verde (que me parece ser amarela mas se calhar é só a mim), às rústicas, aos panachés, à cerveja preta, à ruiva e à loira... E acabando na invenção das cervejas com sabor a fruta. É, claramente, a invasão da comunidade homossexual no mercado. Não sou apreciadora de cerveja. Mas se fosse, acho que a quereria de uma só maneira: com MAIS álcool. Ora, se é para beber e ficar alegre, se a cerveja é mais diurética que a água, mais vale beber uma ou duas concentradas e fazer logo a festa. Hei-de fazer chegar esta minha visão aos produtores de cerveja nacionais. E, quem sabe, um dia a ideia pegue no resto do mundo.
Por fim, reflicto sobre a FALTA de variedade no mercado do leite. Sim, é verdade que agora há leite com mais cálcio, leite de soja, leite de fácil digestão, etc.. Mas, a bom ver, o teor de gordura no leite nunca mudou. A partir do leite gordo, fez-se o meio-gordo e o magro. E assim se ficou. Eu considero que o melhor leite se encontra na mistura em iguais partes de leite magro e meio-gordo. Leite meio-magro, vá. Acho um escândalo no mundo dos lacticínios lembrarem-se que até daria jeito ter na dispensa um pacote de natas de cogumelos ou natas de queijo, natas meio-gordas, natas leves e natas levíssimas. Mas no que toca ao leite, que supostamente é um alimento que se consome mais que uma vez por dia, ainda não tiveram a ideia de emagrecer o leite meio-gordo, mas não até ao ponto de parecer que alguém pegou num pacote vazio de natas, o encheu com água e agitou muito bem.
quinta-feira, junho 03, 2010
Odeio Calor!!!
Toda a gente adora o Verão. "Ah e tal, ao sol é que se está bem"; "Vou apanhar um bronze de meter inveja!; "Andar com pouca roupa é que é bom!" [dizem as gajas badalhocas e os taradões que não se importam nada com isso].
Pois eu não gosto e não gosto mesmo nada! Gosto de andar com roupa. Sentir um friozinho a entrar pelo pescoço e andar com o aconchego de roupas fofinhas que nos fazem parecer lutadores de Sumo. Pronto, admito que custa sempre tomar banho ou mudar de roupa se não tivermos uma casinha com aquecimento central... Mas ao menos o cheiro do gel de banho mantém-se durante o dia, as raízes do cabelo não ficam sebosas após uma corridinha de 5 minutos e o desodorizante mantém-se o dia todo.
A propósito de desodorizantes, tenho dois pensamentos para partilhar:
1) Com tanta publicidade que passa na tv, como é que há pessoas que ainda não sabem o que esta palavra quer dizer? Ou será que gostam tanto do aroma das cebolas que acham piada carregá-lo debaixo dos braços a tempo inteiro? Sempre ouvi dizer que a nossa liberdade termina quando começa a do próximo. Não gosto de ver a minha liberdade violada com bouquets de refogado humano e ponto final!
2) O que raio são os desodorizantes com eficácia de 48h?! Ainda aceito que nos países nórdicos a malta não precise de banhos diários, porque transpiram muito menos. Mas aqui nos climas mais morninhos (como quem diz "em que parece que entrámos acidentalmente num forno com ventilação a 220ºC e com a assadeira accionada, ao sair à rua durante o dia"), o povo transpira tal como respira: é constante e inevitável. Depois vêm estes porcalhões inventar desodorizantes que duram dois dias inteirinhos e é uma esterqueira na rua que não se aguenta. Há dias, passei na rua de cedofeita e mais me parecia um aterro sanitário.
Mal de mim censurar quem transpira intensamente. Tenho problemas de saúde que fazem com que o meu organismo não regule a temperatura corporal eficientemente. Isto faz com que eu entre num café com ar condicionado e desate a transpirar compulsivamente, como se estivesse a ter um enfarte ou sei lá o quê. O que eu censuro é a falta de cuidado das pessoas. Só pensam "Olha, está calor. Vou andar fresquinho". Mas esquecem-se de olhar para o espelho ao sair e ao chegar a casa e de reflectir sobre o problema.
Há uma lista gigantesca das coisas que me irritam no Verão. Aqui ficam algumas delas:
a) Mulheres de tops e t-shirts sem manga têm que tirar a pintelheira debaixo do braço. Minhas amigas: é chato, perde-se algum tempo com isso, mas a estética e a boa imagem são preciosas nos dias que correm (e já nem falo daquelas pessoas que têm os braços com tanto pêlo, que se não lhes olhasse para a fronha, pensava que estava a cruzar-me com lenhadores).
b) Andar de chinelos na rua é inestético a meu ver, mas compreendo e respeito quem discorde. Agora, haja higiene! Unhas encardidas que se enrolam pelos dedos abaixo, cheias de porcaria lá por baixo, não. Se não vêm a figurinha que fazem ao andar com aqueles pés, ide a um oftalmologista. Eu tenho cerca de 3 dioptrias e meia em cada olho e mesmo assim apercebo-me do aspecto dos meus pézinhos sem as lentes. Acho que até os pés dos Hobbits do Senhor dos Anéis eram mais sedutores que esta badalhoquice.
c) Encurtar as roupas, sim. Mostrar coisas a mais, não. Já dizia a famosa Katyzinha (e bem, acho eu... pelo menos neste assunto), que andar com o fio dental à mostra é coisa que dá um ar de putedo que valha-me nossa senhora. Acho que muita mulher ainda pensa que isso é sexy... Mas, para mim, não revelar muito o corpo ainda se torna mais sensual, porque deixa as pessoas a imaginar o que estará por baixo. O que pensam essas miúdas que os rapazitos vão achar ao ver o fio na anca com lacinhos cor de rosa à frente e/ou atrás? Eu pensaria "pronto, mais uma com cuecas da hello kitty."
d) Para muitos, calor é sinal de férias e passar os dias a coçar a tomatada ao sol. Para mim, é o inferno na terra. Além dos exames que decorrem nos meses de Junho e Julho, mal entro de férias, tenho que alombar com a emigrantada que passa o resto do ano a sonhar com os nossos hipermercados. Não se pode ir ao Continente! É só gente a falar francês (e mal) como se o resto da família estivesse na outra ponta do corredor da secção ao lado. Uns na charcutaria a comprar peças inteiras de fiambre e chouriços que serviam para alimentar 2 ou 3 aldeias na Etiópia, outros nos congelados, a pensar no que hão-de grelhar durante a semana a seguir. Tenho pena destas pessoas. Suspeito que comam sandes o ano inteiro, quando estão lá nos arredores de "Paris de Fránça" porque de outra forma não se compreende como é que esvaziam as mercearias todas nas três ou quatro semanas que passam em Portugal.
sexta-feira, maio 07, 2010
Marcha
Chegou o calor. Com ele as roupas diminuem e as gordurinhas passam a ser mais evidentes. As pessoas começam a levantar o rabiosque do sofá para fazer exercício (mesmo que depois cheguem a casa e só vejam a luz do frigorífico).
Alguns vão para o ginásio pedalar 40 minutos numa bicicleta a velocidade de cruzeiro e têm um ataque de nervos quando alguém lhes diz que as calorias que queimaram equivalem a um iogurte líquido magro. Outros vestem o seu equipamento de atletismo super sexy (... ou não) e vão para a rua correr. Obviamente que correr na cidade não é trabalho fácil. Há que parar antes de atravessar a estrada, desviar-se de obstáculos como cocó de cão, etc.
Não sei se é falta de velocidade e resistência dos pretensos atletas ou se é simplesmente vontade de chamar a atenção, mas tenho reparado que de há uns tempos para cá, a corrida veloz tem vindo a ser substituída pela rabetice da marcha.
A imagem de cima ilustra na perfeição as figuras idiotas que as pessoas fazem ao praticar este tipo de corrida. A meu ver, foi uma dondoca atarefada com o verniz das unhas a secar que inventou a marcha... Ou então surgiu com algum sujeito que "acidentalmente" se sentou em cima de um objecto que ficou preso. Acho que em toda a vastidão do desporto, só o ballet e a patinagem artística é que conseguem igualar a marcha num ranking de desportos efeminados. Mas, mesmo assim, nos dois primeiros o homem mantém uma postura viril. Agora marcha... Que é isto?!
domingo, maio 02, 2010
Queima do Porto
A Queima das Fitas do Porto é sempre uma aventura. Já se sabe que testosterona, cusquice e álcool são três ingredientes que carecem de uma atenção extrema ao manuseá-los em conjunto. É uma mistura explosiva que muitas vezes acaba com lágrimas, sangue ou vómito. Encontramos toda a gente lá e fazemos altas festarolas com sorrisos do tamanho do mundo quando vemos alguém que repudiamos com todo o nosso ser.
Vale sempre a pena ir no autocarro grátis da Queima. Podemos ir já a cambalear, pois a viatura está tão sobrelotada que não temos hipótese de cair. E durante a viagem temos revelações ao ver que inexplicavelmente ainda não nos cheirou a "humanidade"; há alguém que nos faz companhia (e que está igualmente atento) e diz "ainda não mas tem calma porque o suor está a romper."
Uma vez que não há água canalizada no queimódromo, sempre que se vêem líquidos no chão, acabamos por pensar o pior. Muito honestamente, tenho pena daquelas pessoas que gostam de ir para a Queima arranjadinhas e com roupa de marca.
Ontem tive uma experiência surreal numa barraquinha da Queima. Um jovem loiro que nunca tinha visto antes pediu-me os óculos de sol que tinha na cabeça (deram um jeitão que nem imaginam) porque queria usá-los para dançar a música que tocava na altura. E eu lá lhos emprestei. Entretanto ausentei-me por 5 minutos para ir procurar umas pessoas. Quando voltei, o rapaz estava a afastar-se do sítio e não tinha os meus óculos. Fui ter com ele e perguntei-lhe o que se tinha passado. Diz ele "Eu já não os tenho. Emprestei-os a um amigo meu." E enquanto dizia isto, pegava-me no braço e guiava-me até ao tal amigo.
Quando chegámos lá, o amigo não me queria dar os óculos porque eu não estava a precisar deles. Prontamente respondi que iria precisar quando fosse para casa e ouvi algo como "então vens cá buscá-los quando te fores embora!". A minha alma estava parva com esta situação! Mas o pior foi quando tive que lhe tirar os óculos, explicando (como se precisasse de o fazer) que não ia andar à procura dos excelentíssimos sujeitos a noite toda. E nisto outro rapaz que estava com aquele vira-se para mim e diz "ok, ok, mas baza" e faz-me aquele gesto de quem enxota moscas.
Tive que partilhar esta peripécia porque acho que nunca em toda a minha vida experienciei tanta falta de educação e tanta lata ao mesmo tempo. Logo a seguir encontrei o meu "afilhado" (fora da praxe) já bem regadinho, com uma amiga. E nos 3 ou 4 minutos que passei com ele, quase tive que lhe bater para ele parar de me tentar comer (relembro que havia uma miúda ao lado dele).
Na viagem de volta para casa no autocarro houve duas ou três pessoas que saíram antes da paragem onde desembarca quase toda a gente. Como as pessoas que queriam sair do autocarro cheio estavam longe da porta, tiveram que furar caminho. Entretanto alguém grita "Abram alas para o Noddy!".
E foi assim a primeira noite de Queima deste ano.
segunda-feira, abril 19, 2010
Luz Acesa
Fala-se tanto em poupar energia e em cuidar do ambiente... Mas sempre que vejo alguém a dormir num filme ou numa série, há um candeeiro aceso ao lado! Vocês não sabem que os comportamentos sociais se adquirem por imitação?!
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